Servio Tulio comenta derrota ‘doída’ para Bahiense no Big Deal Pro 3 e projeta o ADCC 2022

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* Servio Tulio vem tendo um mês de julho agitado. No dia 4, o mineiro venceu a Copa Kings sem quimono, derrotando Alexandre Jesus para ficar com o título. Já no dia 10, foi a vez do faixa-preta da Gracie Barra BH enfrentar Isaque Bahiense pelo Big Deal Pro 3, em superluta No-Gi que terminou com o triunfo de Isaque após uma verdadeira guerra. Para fechar, no próximo domingo (1), o atleta vai participar do GP até 88kg do BJJBET.

Em bate-papo com a TATAME, Servio comentou o revés no Big Deal Pro 3, classificado por ele como um dos mais doídos da sua carreira, mas garantiu que tira lições em busca dos seus próximos objetivos no esporte.

“Acho que a luta foi movimentada, tive bons momentos, o Isaque também. A derrota dói porque se deu no final. Ganhei durante todo o tempo e, no fim, deixei a vitória escapar. Com certeza o Isaque teve seus méritos, mas ficou um sentimento de ‘quase’ que é ruim pra caramba”, disse o mineiro, que ficou perto de encaixar uma finalização. “Pelo que me falaram, ele até levantou a mão para bater. Acho que naquela hora poderia ter ajustado um pouco melhor antes de tentar finalizar, mas o Isaque é arisco e estava tirando bem o joelho”.

 

Apesar do resultado negativo, Servio – assim como Isaque – entregou um grande combate para os fãs de Jiu-Jitsu. Agora, o lutador, que vem afiando cada vez mais o seu jogo sem quimono, volta as atenções para o GP No-Gi até 88kg do BJJBET e, posteriormente, o ADCC, maior torneio de luta agarrada do mundo e que está marcado para 2022. Em 2019, ele debutou na categoria até 77kg, em momento marcado na sua história.

“Me considero um cara que luta pra frente e busca o jogo, com certeza meu objetivo maior é ganhar, mas fica um consolo de que foi uma luta parelha e estou evoluindo rapidamente. Dever cumprido, não, mas tenho que seguir em frente. Com certeza é um objetivo (o ADCC). É um evento diferente, as regras, prorrogação, malandragens. Um sentimento único. Estou sempre treinando sem quimono e, quando chegar mais perto do evento, vou intensificar os treinos. Talvez eu lute de 88kg no ano que vem. Vamos ver”, projetou o faixa-preta.

* Por Diogo Santarém

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