Jacaré mira title shot após vitória e diz: ‘Estou chegando para conquistar o título’

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Por Yago Rédua

Ronaldo Jacaré teve um grande resultado no último sábado (3), pelo co-main event do UFC 230, em Nova York (EUA). O faixa-preta de Jiu-Jitsu se tornou o primeiro brasileiro a derrotar o ex-campeão dos médios Chris Weidman, dono de um histórico positivo contra atletas do Brasil. À TATAME, o lutador fez uma análise do duelo, revelando que sentiu os jabs do americano no primeiro round, mas que se recuperou até sacramentar o nocaute.

“Ele estava melhor no primeiro round, porque conseguiu dominar a distância, os jabs dele entraram bastante e machucaram o meu nariz. No segundo round, eu consegui melhorar e acho que venci, por ter conectado os golpes mais limpos e contundentes. Já no terceiro round, eu senti que estava melhor na luta e, por isso, busquei o nocaute”, analisou Jacaré, afirmando ainda que não sentiu pressão por lutar em Nova York, casa de Weidman.

“Não tenho problema de lutar fora ou em casa, entro sempre pra vencer. É muito bom ir na casa do adversário e vencer, ainda mais em relação ao Weidman, que venceu vários brasileiros. Falei que estava na luta como se fosse uma revanche. Revanche eu não perco. Então, fui com isso na cabeça. A estratégia deu certo, achei até que seria menos difícil, porém ele dificultou bastante a luta”, apontou o brasileiro, que voltou a vencer no Ultimate.

Com o resultado, Jacaré acredita que sua próxima luta será pelo título dos médios. Ao ser indagado contra quem gostaria de fazer uma revanche, Robert Whittaker, campeão, ou Kelvin Gastelum, o brasileiro foi enfático: “Eu acredito que eu vou enfrentar o campeão (sobre a preferência por um adversário). Quero lutar com que vencer essa luta”, destacou.

O lutador ainda aproveitou para agradecer o carinho da torcida nas redes sociais, explicou que estava com um bom condicionamento físico – mesmo respirando boa parte do tempo pela boca após machucar o nariz – e, por fim, garantiu que vai buscar o cinturão do UFC.

“Eu quero agradecer (a torcida), foi uma luta dura, machuquei o meu nariz, estava respirando pela boca. Mas estava com a parte física em dia, não estava morto. Estava melhor que ele no gás, mesmo respirando pela boca. Não estava cansado. A potência estava em minhas mãos, aumentei o meu ritmo quando ele abaixou o dele. Para a próxima luta, estarei melhor fisicamente. Estou chegando para pegar o cinturão”, encerrou Jacaré.

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