Após nova vitória, Malfacine destaca evolução no MMA: ‘Não serei conhecido apenas pelo meu Jiu-Jitsu’

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Por Mateus Machado
Considerado um dos maiores lutadores do peso-galo de todos os tempos no Jiu-Jitsu e multicampeão na modalidade, com nove títulos mundiais conquistados, entre outros diversos feitos, Bruno Malfacine realizou transição para o MMA e está invicto na modalidade, com duas vitórias, sendo a última pelo evento Brave Combat Federation, onde finalizou Rafael Costa com um armlock ainda no primeiro round.

Aos 30 anos, Bruno tem uma carreira consolidada no Jiu-Jitsu e, sem dúvida, está na história do esporte. O carioca, no entanto, quer mais e, agora no MMA, tem o sonho de lutar no UFC, maior organização do mundo no esporte. Com um início promissor, Malfacine sabe que ainda terá alguns desafios pela frente até chegar ao Ultimate. Em entrevista à TATAME, o faixa-preta falou de sua evolução, pontos importantes a desenvolver no MMA, lutadores que o inspiram dentro das artes marciais mistas, entre outros assuntos.

Confira a entrevista completa com Bruno Malfacine:

– Evolução em relação à estreia no MMA

Me senti bem para essa segunda luta. O Jiu-Jitsu me ajudou muito a me preparar psicologicamente e me deixar confortável antes e na hora hora da luta. Fiquei feliz com a vitória, porque realizamos um longo camp, com muitos treinos intensos, mas a minha performance não me deixou muito satisfeito. Mas vamos voltar ao trabalho e continuar nosso plano. Tenho certeza que chegaremos em nosso objetivo final.

– Pontos importantes a evoluir para as próximas lutas

Sem dúvida nenhuma, (evoluir) o meu striking. Sou novo no MMA, então tenho pouca experiência. Mas a chegada do Sérgio Cunha no final do ano, em Orlando, agregou bastante e sinto, sim, que evoluí nesses quatro meses de treino.

– Contrato com o Brave CF e planos para a próxima luta

Meu contrato com o Brave é um contrato de três lutas e já estamos conversando de eu voltar ao octógono em setembro ou outubro. O evento em Belo Horizonte foi incrível, com uma ótima estrutura e todos nós fomos muito bem tratados.

– Dificuldade dos lutadores que migram do Jiu-Jitsu para o MMA na trocação

Sim, isso é natural (processo de adaptação) e acredito que estou passando pelo mesmo processo. Não que seja tão difícil, mas leva tempo, e é claro que isso às vezes é frustrante. Mas paciência e humildade são fundamentais para entender que isso é apenas o início. Meu striking vai melhorar e não serei o cara conhecido apenas por ser bom de Jiu-Jitsu.

– Lutadores que mais inspiram dentro do octógono

Poderia citar diversos exemplos de lutadores que me inspiram pelo estilo de luta, mas vou citar um que me inspira dentro e fora do octógono. Que não apenas foi um grande campeão, mas está deixando um belo legado para a nova geração, pela sua história dentro e fora do esporte: José Aldo. Nós, brasileiros, precisamos valorizar mais nossos ídolos nacionais.

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