Carlos Boi pede rival americano, mira retorno em 2021 e celebra primeira vitória no UFC: ‘Com certeza tira uma pressão’

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* Após estrear com uma derrota para Sergey Spivak no UFC, em julho deste ano, naquele que foi seu primeiro revés no MMA profissional, o brasileiro Carlos Boi reencontrou o caminho das vitórias no último dia 3 de outubro, quando pelo UFC on ESPN 16, na “ilha da luta”, em Abu Dhabi (EUA), derrotou Yorgan de Castro.

O triunfo – nono na carreira do peso-pesado – veio através da decisão unânime dos jurados, porém, na opinião de Boi, poderia ter sido conquistado de forma mais fácil. “Acho que eu poderia ter me saído melhor, sim. Apresentei 60, 70% da minha capacidade na luta, e acho que o peso atrapalhou um pouco, estava acima e vou procurar abaixar agora”, contou o baiano em entrevista à TATAME, destacando ainda seu alívio.

“Com certeza tira (uma pressão), ainda mais que eu vinha de derrota. Estava entalado com a derrota, foi a primeira da minha carreira, e agora me vejo chegando para ficar na divisão dos pesados”, projetou ele.

Antes do duelo contra Yorgan de Castro, na hora da pesagem, o brasileiro se recusou a apertar a mão do adversário durante uma encarada. Entretanto, depois da luta, os dois postaram uma foto juntos nas redes sociais e trocaram elogios. Questionado se tudo foi apenas “parte do show”, Carlos confirmou a informação.

“O que fazemos é um negócio. O MMA hoje em dia não é apenas esporte, é entretimento, então você precisar dar um show para atrair o público. Por isso acho normal (essas provocações). Eu mesmo tento fazer isso com um estilo mais provocador, mas tenho amizade e converso com todos os meus adversários”.

Se com o cubano De Castro o clima ficou leve após o confronto, o mesmo não acontece com o compatriota Raphael Bebezão. Desafetos declarados, os dois brasileiros já trocaram diversas provocações, mas um embate entre eles segue sem ser cogitado pelo Ultimate. “Com certeza eu quero que esse combate aconteça, mas pelo visto ele não vai acontecer nunca, porque o Bebezão é um frouxo”, afirmou o peso-pesado baiano, citando ainda um possível oponente para o seu retorno ao octógono, em 2021.

“Eu queria lutar em 2020 de novo, mas pelas conversas, por conta da suspensão médica, fui impossibilitado. Gostaria muito de encarar o Maurice Greene ou Jeff Hughes, mas o Jeff foi demitido, então Greene é opção”.

* Por Diogo Santarém

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