Carlos Boi projeta duelo com ex-campeão Arlovski e diz: ‘Não vou pegar uma mosca morta’

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* Em grande fase, o peso-pesado Carlos Boi vai em busca da sua quarta vitória seguida no Ultimate no dia 16 de outubro, quando irá enfrentar o ex-campeão Andrei Arlovski pelo card do UFC Vegas 40. A proposta do combate partiu do próprio brasileiro, que após derrotar Jake Collier em junho, lançou um desafio ao veterano.

Em entrevista à TATAME, Boi falou sobre a ideia de enfrentar Arlovski, atualmente aos 42 anos, e que apesar de o ex-campeão se fazer de “doido” no início das conversas, demorou pouco tempo até ele assinar o contrato.

“Na verdade, não foi difícil fechar a luta. Citei três nomes após o meu último compromisso, um deles era o Arlovski. No começo ele se fez meio de doido, abriu até uma caixinha de perguntas no Instagram, falaram de mim e ele disse que não me conhecia, mas algumas semanas depois assinou o contrato. Então, foi bem tranquilo. Dei uma provocada, claro, e deu tudo certo”, explicou Carlos, que continuou sua análise:

“Já vi várias lutas dele quando era campeão, e a escolha pelo Arlovski é por eu achar que ele é um cara que vai me propor um desafio maior. É o nome ideal para eu dar meu próximo passo e seguir crescendo no UFC”.

 

Andrei Arlovski foi campeão dos pesados do UFC entre 2005 e 2006. Depois, passou por outras organizações e retornou em 2014. Desde então, viveu altos e baixos. A fase, porém, é positiva, vindo de vitória sobre Chase Sherman, em maio. Nas últimas quatro lutas, o lutador da Bielorrússia anotou três triunfos e uma derrota.

“Por ele ser um ex-campeão, tem um peso a mais, é uma boa escada. E querendo ou não, ele vem de um retrospecto bom. Ele enfrentou caras acima na divisão, está bem ainda, ativo no jogo. Não vou pegar uma mosca morta. Acho que a luta será bem movimentada. O Arlovski hoje joga de forma mais inteligente, eu bato, você bate, mas ele não vai achar espaço comigo para fazer isso porque irei pressioná-lo o tempo todo”.

Atualmente aos 26 anos e vivendo seu “melhor momento até hoje”, segundo o próprio, Boi ainda não está satisfeito. Em busca do sonho de se tornar campeão do UFC, o baiano, dono de um cartel com 11 vitórias e um revés no MMA, garantiu que seguirá evoluindo: “Posso dizer que vocês estão vendo um Carlos em construção. A evolução é importante, nunca acaba, então trabalho para isso, continuar indo atrás dos meus objetivos”.

* Por Diogo Santarém

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