Ceconi fala sobre ouro duplo no Sul-Americano e vontade em disputar o ADCC: ‘Sonho de todo atleta’

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* Henrique Cardoso, popularmente conhecido como Ceconi, foi o melhor faixa-preta do Sul-Americano de Jiu-Jitsu, realizado no fim do mês de abril, em Deodoro, no Rio de Janeiro. O faixa-preta dominou a categoria peso-pesado e também o absoluto, onde enfileirou craques como Marcelo Gomide (Gracie Barra), Rafael Paganini (Alliance) e Pedro Agrizzi (Striker JJ), entre outros.

Henrique fez oito lutas ao todo, entre a sua divisão de peso e o absoluto, e finalizou em três oportunidades. Primeiro, finalizou Victor Bomfim (GFTeam), depois Yves Prudêncio no armlock e Gomide na omoplata. Em bate-papo com a TATAME, o campeão absoluto apontou o Wrestling como diferencial em sua campanha que teve ouro duplo.

“Acredito que existem dois pontos que merecem destaque na minha campanha. Durante o camp de treinamento para competição, juntamente com meus companheiros de equipe, nos adaptamos às novas regras No-Gi da IBJJF, Isso me deixou preparado para situações como chaves de calcanhar, por exemplo. Outro ponto que merece destaque é que em 2018 tive a oportunidade de passar cerca de um ano treinando na Europa. Nesse tempo, aprimorei muito meu Wrestling com o professor Rouslan Romanliv, de naturalidade ucraniana. Isso me deixou muito preparado para a luta em pé”, analisou Henrique.

Das oito lutas no torneio, Henrique destaca seu duelo contra Rafael Paganini (Alliance) como uma das mais complicadas no Sul-Americano.

“Diante de diversos faixas-preta de alto nível, é difícil pontuar um nível de dificuldade entre uma luta e outra… Afinal, foram oito combates no total. Acredito que minha luta com o Rafael Paganini merece destaque. Venci por 4 a 2 nos pontos”, explicou o atleta.

Em alta após a conquista, Henrique revela que vai continuar treinando de quimono, mas visa o título da seletiva do ADCC no Brasil, como conta a seguir.

“O ADCC é um sonho para todo o atleta de Jiu-Jitsu. Eu tive a oportunidade de competir o ADCC Spain em 2018 ,onde fui campeão, é um evento único. Vou me dedicar muito para concretizar esse sonho”, disse Henrique, antes de responder à pergunta sobre a possibilidade de enfrentar Gordon Ryan, o maior astro do sem quimono na atualidade, em uma superluta.

“Com certeza! Todos nós visamos o topo. Eu penso em construir minha história no Jiu-Jitsu e deixar um legado como grandes nomes do Jiu-Jitsu fizeram”, encerrou.

* Por Vitor Freitas

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