Cody Garbrandt projeta ida aos moscas e mira luta contra Deiveson Figueiredo: ‘Tem muitos buracos que poderei explorar’

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Ex-campeão peso-galo do Ultimate, Cody Garbrandt vinha de uma série de três derrotas consecutivas, no entanto, em sua última apresentação, em junho, no UFC 250, reencontrou o caminho da vitória ao superar Raphael Assunção por nocaute no segundo round. Com o ânimo renovado, o americano já faz metas ousadas para a sua carreira e uma nova disputa de cinturão está em seus planos, no entanto, se engana quem pensa que os planos estão voltados somente para a divisão dos galos.

Com 29 anos e um cartel de 12 vitórias e três derrotas no MMA profissional, Cody, em entrevista à ESPN americana, falou sobre o desejo de descer para a categoria peso-mosca e ir em busca da meta de se tornar campeão em duas divisões de peso. Além disso, o americano ressaltou que pretende atuar nas duas classes de peso de maneira simultânea.

“Na verdade, eu tenho comentado sobre ir para o peso-mosca há algum tempo. Nós conversamos sobre isso antes da luta contra (Raphael) Assunção. Eu sinto que é algo ótimo. Sou capaz de fazer agora, ainda no início da minha carreira. Acabei de completar 29 anos. Sou capaz de ir para o peso-mosca, desafiar e ganhar esse título lá. (Então) voltarei ao peso-galo e vou competir com os melhores de lá. Acredito que vou poder reinar nessa divisão (peso-mosca) por um tempo e, simultaneamente, passar pelo peso-galo e fazer o mesmo. Estou muito empolgado com essas metas e as oportunidades de ser campeão duas vezes e em dois pesos”, projetou.

A divisão peso-mosca tem, agora, Deiveson Figueiredo como campeão. Mesmo sem concretizar a ida para a nova categoria, Cody Garbrandt já faz planos para um possível duelo diante do brasileiro, e deu a entender que o “Deus da Guerra” tem alguns “buracos” em seu jogo.

“Acho que ele (Deiveson Figueiredo) é um grande lutador. Ele é forte e tem muitos buracos que poderei explorar. ‘Joe’ (Joseph Benavidez) o machucou muito na primeira luta. Ele tem boas habilidades para terminar as lutas, é bom de Jiu-Jitsu. Eu me sinto muito confiante onde quer que a luta vá. Posso ditar o ritmo para colocá-lo onde eu quero. Acho que ele se desgasta muito. Eu estive em lutas de 25 minutos com alguns dos melhores do mundo, então sinto que meu tanque de gasolina, cardio e condicionamento nunca serão um problema para mim”, concluiu.

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