Com aumento do período de quarentena e dos casos de Covid-19 no Brasil, eventos de artes marciais seguem paralisados; confira

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A pandemia do novo coronavírus tem apresentado números crescentes no Brasil e a população não sabe quando a vida voltará ao normal. Os eventos de artes marciais também sofrem dessa incógnita quanto as próximas edições e o pedido das autoridades nacionais e internacionais é pela permanência do isolamento social. O país já apresenta quase 15 mil casos confirmados de Covid-19 e mais de 700 mortes até o momento.

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Duas importantes federações estaduais do Rio, FJJD-Rio (Jiu-Jitsu) e FJERJ (Judô) confirmaram recentemente à TATAME que já estudam datas para a reabertura dos seus respectivos calendários. Entretanto, por conta da indefinição quanto ao período de quarentena e a liberação do Governo Estadual para a realização de eventos, preferem manter as informações sob sigilo. A CBJ (Judô) e a CBJJ (Jiu-Jitsu) cancelaram importantes torneios nacionais. Já a FBJJ, filiada à AJP Tour, adiou o início da temporada que seria no mês de maio em Gramado (RS). Agora, a projeção é iniciar apenas em junho, com o International Pro de Goiana.

A Federação de Kickboxing do Estado do Rio de Janeiro (FKBERJ) também não tem uma data estimada para realizar os seus próximos eventos. Por causa da pandemia, a organização precisou cancelar o “Oscar do Kickboxing” e a sexta edição da Taça Guanabara que seriam realizadas em março, em São Gonçalo.

Indo para o MMA, o SFT 22 seria inicialmente no Rio de Janeiro. A edição, porém, foi transferida para São Paulo no dia 25 de abril e, nesta semana, a franquia anunciou nova data para 29 de maio, na capital paulista. O Shooto Brasil, que tem como sede o Rio, teria um card no próximo dia 24. Através de um comunicado, a organização liderada por Dedé Pederneiras informou que este e os próximos eventos estão adiados. Outro grande evento impactado foi o Jungle Fight. A edição 103, que seria em Manaus, no dia 21 de março, foi adiada e ainda não teve uma nova data anunciada pelo presidente da organização, Wallid Ismail.

Nas areias, o BeachBoxing também sofreu um duro baque. Ao todo, seis eventos foram adiados, sendo três no estado do Rio de Janeiro: capital, Maricá e Niterói. Além disso, edições no Espírito Santo, Ceará e São Paulo também precisaram ser suspensas por causa da Covid-19. As confederações de Boxe, Taekwondo, Caratê e Wrestling também suspenderam os calendários, entre diversos outros esportes, de luta ou não.

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