Contratada pelo UFC em 2019, Melissa Gatto narra dificuldades durante a pandemia e projeta estreia em julho: ‘Estou mais preparada’

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* Contratada pelo UFC no início de 2019, Melissa Gatto chegou à organização com o status de estar invicta no MMA, com seis vitórias, sendo quatro por finalização, mas o que tinha tudo para ser uma trajetória promissora esbarrou em contratempos. Desde uma infecção, lesões e até mesmo um doping acidental, a lutadora ainda não conseguiu fazer sua estreia na companhia, mas espera, enfim, mudar o panorama durante este ano.

Com apenas 24 anos, a atleta se recuperou totalmente da última lesão, sofrida no ano passado e, em conversa com a TATAME, revelou que pretende fazer seu debute no Ultimate até julho, como conta a seguir.

“Tenho me mantido ativa e treinando forte na medida do possível. Além de toda essa questão da pandemia de Covid-19, tive uma lesão ano passado e passei um tempo me recuperando. Retornei aos treinos no início deste ano e já estou visando lutar em julho. Ainda não tem nada definido, mas esse é o meu planejamento e vamos em busca disso”, projetou a brasileira, que seguiu falando sobre as questões que impediram a estreia.

“Sempre tento ver o lado positivo de cada situação que acontece. Infelizmente, no ano passado, tivemos o início da pandemia, com muitas incertezas, e devido a essa situação, não consegui tirar meu visto para a luta que estava programada para junho. Depois disso, ainda veio a lesão e tive que me afastar temporariamente. Mas agora tenho certeza que estou ainda mais preparada para estrear e buscar meus objetivos”.

Sem lutar profissionalmente no MMA desde setembro de 2018, a paulista se mudou para o Rio de Janeiro visando melhorias em seus treinamentos, todavia, pelo fato de o Ultimate recompensar os atletas por duelos realizados, Melissa Gatto precisou encontrar outros meios de se sustentar.

“Infelizmente, esse é um período muito difícil para todos nós. Mas tenho tentado me manter focada nos meus objetivos. Ultimamente, tenho dado aulas de ‘personal’ de luta para me manter financeiramente. Mas não é muito fácil, até porque me mudei recentemente para o Rio de Janeiro, e nesse período de lesão, tive que me afastar por um período até mesmo das aulas”, contou a jovem atleta, que por fim, citou seus planos no UFC.

“Primeiramente, eu só tenho pensado em fazer a minha estreia no UFC. Quero lutar bem e mostrar o meu trabalho. Gostaria de fechar esse ano com duas ou três lutas, se possível, e ir buscando meu espaço dentro da organização aos poucos, sem pular nenhuma etapa”, encerrou representante da categoria peso galo.

* Por Mateus Machado

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