Destaque na retomada do Jiu-Jitsu, Victor Hugo celebra títulos no F2W e GP do Third Coast: ‘Aconteceu como planejado’

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* Durante o lento processo de retomada dos eventos de Jiu-Jitsu em meio à pandemia do novo coronavírus, um nome vem se destacando: Victor Hugo. O faixa-preta da Ribeiro Jiu-Jitsu faturou o cinturão dos pesados no F2W e levou o título do GP do Third Coast Grappling – no intervalo de uma semana. Em ambos os compromissos, a derradeira luta foi contra Fellipe Andrew, também brasileiro e atleta da equipe Zenith BJJ.

À TATAME, Victor contou que aproveitou o período de pandemia para aprimorar a parte física e fazer uma espécie de pré-temporada. Logo que as participações nos eventos foram fechadas, migrou de San Diego para Oklahoma, nos Estados Unidos, para realizar a parte técnica com Xande Ribeiro e Rafael Lovato Jr.

“Acabou que aconteceu tudo como planejado. Eu estava treinando, só que mais a parte física e acabou que foi um tempo perfeito (a luta). Acho que sim (diferencial na parte física), porque eu tive tempo para me preparar. Quando eu estava treinando a preparação física, foi antes de fechar as lutas. Quando os confrontos foram fechados, fui para Oklahoma treinar com o Xande (Ribeiro) e o Rafael (Lovato). Tive um camp perfeito”, comentou o lutador, que completou no fim de maio um ano como faixa-preta de Jiu-Jitsu.

Com essa preparação física e técnica durante a pandemia, Victor Hugo disse que estava se “sentindo bem” e queria apenas desfrutar do momento. O faixa-preta afirmou que não deu atenção ao rótulo de favorito.

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“Não tinha muito um plano (de luta contra o Fellipe Andre). Eu estava me sentindo bem e só queria soltar o meu Jiu-Jitsu. Estava muito feliz. Querendo ou não, eu estava meio que favorito para a luta, as vezes isso coloca mais pressão na sua cabeça, mas eu queria aproveitar mais o momento”, analisou Victor Hugo.

No F2W, Victor fez apenas uma luta e finalizou Andrew. Já no Third Coast Grappling, precisou vencer Ricardo Evangelista, Jonnatas Gracie e, por fim, reencontrar o faixa-preta da Zenith na grande decisão. O lutador da Ribeiro Jiu-Jitsu comentou a campanha no GP: “Foram algumas regras diferentes, tinha aquele overtime (prorrogação), acabei indo para overtime com o Ricardo (Evangelista), ele é um cara pesado como eu. Acabou que deu certo e fiz o plano que tinha que era começar na guarda fechada e levei a vitória coma a raspagem. O Jonnatas (Gracie) é sempre uma guerra. Ele é menor que eu, mas é muito forte”, concluiu.

* Por Yago Rédua

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