DJ revela que prestou queixa contra McGregor e descarta acordo: ‘Nem por £ 10 milhões’

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Protagonista de polêmicas ao longo dos últimos anos, Conor McGregor, ao que tudo indica, terá que lidar com mais uma investigação policial, dessa vez na Itália. O DJ italiano Francesco Facchinetti acusou o ex-campeão duplo do UFC de agressão e, através das redes sociais, revelou que entrou com uma queixa na polícia de Roma. “The Notorious” foi denunciado por, supostamente, ter quebrado o nariz do músico durante uma confusão em uma festa no último final de semana.

Francesco Facchinetti, que no último domingo (17), expôs os ferimentos provocados pela suposta agressão do irlandês, deixou claro que não pretende retirar a queixa feita contra Conor McGregor, nem que recebesse até mesmo uma oferta de 10 milhões de euros.

“Eu poderia ter calado a boca e não dizer nada a ninguém, mas já que estou aqui para contar… Se o advogado de Conor McGregor me ligasse amanhã e me oferecesse € 10 milhões para retirar a reclamação e retirar tudo, eu diria não”, disse o italiano.

O DJ ainda revelou que ele e McGregor passaram mais de duas horas juntos antes do susposto incidente ter acontecido e que, inclusive, teriam trocado números de telefone. Facchinetti citou que, na confusão, o lutador do Ultimate teria acertado um soco em seu rosto, o que provocou uma fratura no nariz e um machucado no lábio. Em seu canal no YouTube, o músico prosseguiu com seu depoimento em relação ao caso.

“Só queria deixar claro que sou – ou, na verdade, era – um grande fã de Conor McGregor. Então, quando me disseram que poderia vê-lo, pensei que seria bom estar lá com ele, e por duas horas e meia parecia que eu estava em um filme. Minha esposa brasileira falou com ele, eles falaram do Brasil, falamos do José Aldo e ele falou que tinha que lutar no Brasil, mas depois perdeu para o Khabib (Nurmagomedov) e não foi mais lá. Ele nos contou muitas coisas legais, falamos sobre Roma, o Coliseu… Eu disse que ele deveria ir para Paestum, Pompéia, e depois ele me disse que iria buscar o seu barco Lamborghini. Foi uma boa conversa. Obviamente, minhas palavras são uma versão, então também temos que ouvir sua versão se ele quiser, mas eu tinha cerca de 10 testemunhas comigo, e quatro delas eram italianas”, finalizou.

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