Do Bronx iguala recorde de Royce Gracie no UFC, pede luta em São Paulo e avisa: ‘Vim pra fazer história’

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Com a única finalização do card, Charles do Bronx foi um dos destaques do UFC 225, realizado no último sábado (9), em Chicago (EUA). Diante do experiente Clay Guida, o brasileiro não tomou conhecimento e, ainda no primeiro round, finalizou com uma justa guilhotina, elevando para dez o seu número de vitórias por finalização no Ultimate.

A marca por si só já é expressiva, porém, representa também o recorde de Royce Gracie, maior finalizador da história do Ultimate com dez triunfos através do Jiu-Jitsu, agora, ao lado de Do Bronx. Ciente do recorde, o brasileiro celebrou bastante o seu triunfo sobre Guida, e em entrevista ao UFC Brasil, pediu para lutar no próximo evento em São Paulo.

“Estou muito feliz. Obrigado a todos que torceram por mim, que vibraram, os que estavam criticando também. Mas é isso, lutador tem que estar pronto o tempo todo e eu estava. UFC, quero lutar em São Paulo, quero que a favela toda desça para me assistir e é isso”.

Confira a entrevista abaixo:

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3 COMENTÁRIOS

  1. O feito de Charles do Bronx já é, sem dúvida, bem maior que o do Royce Gracie, pois, na época do Royce, ninguém sabia o que era Jiu-Jitsu, ninguém sabia o que era um arm-lock, um triângulo ou, até mesmo, o perigo de deixar alguém ir para suas costas. No tempo do Royce era aquele ditado: “caolho em terra de cego é rei”. Tenho minhas dúvidas sobre o sucesso do Royce hoje, uma vez que ele nunca teve poder de nocaute, bem como por não saber outros estilos de luta o suficientemente bem para enfrentar um striker de ponta.

    • O Royce lutou com adversários muito mais pesados que ele, com regras muito mais desfavoráveis aos atletas, e foi um pioneiro. Parabéns para o Charles, mas comparar os dois não faz o menor sentido.

  2. Só não faria sentido em comparar os dois se não houvesse um liame de aproximação entre eles, que no caso é o Jiu-Jitsu e o próprio UFC. Quanto as regras serem desfavoráveis não é uma verdade absoluta, pois não havia limite de tempo, o que é uma vantagem ou, pelo menos, um atenuante em virtude da diferença de peso que existia, o que não tornaria apenas uma disputa de força. O fato do Royce Gracie ser o pioneiro não o torna um atleta melhor que o Charles do Bronx. O Royce merece todo o respeito, apesar de já ter caído no anti-doping, mas o Charles do Bronx representa uma evolução do Jiu-Jitsu dentro do MMA.

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