Editorial: o Jiu-Jitsu virou profissional? Quase 20 anos depois, reacendemos o debate em busca de respostas

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* Em 1999, a TATAME levantou pela primeira vez o debate sobre a profissionalização do Jiu-Jitsu. Na época, em uma reportagem especial que você confere reproduzida nas páginas desta edição, nossa equipe saiu a campo e apontou as melhores maneiras de um faixa-preta fazer a sua renda mensal.

Desde então, 20 anos se passaram e a pergunta segue no ar: e aí, o Jiu-Jitsu se profissionalizou? Na TATAME #259, reacendemos o tema em busca de respostas. Para isso, conversamos com atletas, árbitros, empresários, promotores de eventos e professores/líderes de equipe.

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Entre os atletas, os escolhidos foram Kaynan Duarte e Bia Basílio. Dois dos principais nomes no masculino e feminino, respectivamente, os faixas-preta lideraram as premiações em dinheiro no Jiu-Jitsu em 2019. Na parte de arbitragem, Alan Moraes e Muzio De Angelis, referências, comentaram sobre a evolução da área.

Outros destaques são as entrevistas com os professores Fábio Gurgel (Alliance), Alberto Ramos (GFTeam) e Fábio Andrade (Nova União), além de matérias exclusivas com empresários da arte suave e promotores, entre eles representantes da IBJJF, AJP e F2W.

Ainda nas páginas da TATAME #259, você encontra “um mapa da mina”, com os principais eventos de Jiu-Jitsu – com e sem quimono – espalhados ao redor do mundo que pagam premiação em dinheiro.

Vale lembrar que a nossa edição digital é atualizada periodicamente, através do site e das redes sociais da TATAME, com novos debates sobre o tema e conteúdos exclusivos. Boa leitura e até a próxima!

* Por Diogo Santarém

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