Em grande fase, faixa-preta Rodrigo Francioni mira cinturão do F2W: ‘Se ligarem, estou pronto’

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Pupilo do multicampeão Roberto Cyborg, o faixa-preta Rodrigo Francioni vem somando inúmeras medalhas no circuito norte-americano de Jiu-Jitsu. Aos 27 anos, o atleta da Fight Sports disputou, no último mês de maio, o Pan No-Gi da IBJJF. O resultado não foi o esperado, porém, Rodrigo espera aprender com os erros.

“Acredito que estava bem, sem lesão, a cabeça boa, motivado, mas em algumas lutas realmente a gente fica travado pelo antijogo. Faltou um pouco de agressividade da minha parte, mas serve de aprendizado, com certeza não vou deixar esse erro acontecer novamente”, declarou o lutador, em busca de voltar mais forte.

Bronze no Sul Americano No-Gi disputado no Brasil, Rodrigo acumula, entre as suas principais conquistas, quatro títulos do Sul-Brasileiro, além de ouros no Sul Americano e no Pan No-Gi, sem contar as vitórias em superlutas. Natural da cidade de Criciúma, em Santa Catarina, o faixa-preta tem como companheiros de treino algumas estrelas do Jiu-Jitsu e MMA mundial como Gilbert Durinho – lutador do UFC -, Vagner Rocha e Roberto Cyborg, líder da Fight Sports, equipe apontada por Francioni como uma das melhores do mundo.

“Com certeza absoluta a Fight Sports está no Top 3 do mundo, principalmente sem quimono. O Cyborg, junto com vários outros atletas, está fazendo um trabalho excepcional. O Micael Galvão chegou aqui agora, além de outros grandes nomes do MMA e a galera do Jiu-Jitsu que se for citar, com certeza vou esquecer de alguém. O que posso dizer sem dúvida é que a Fight Sports é hoje uma das maiores equipes do mundo”.

Além dos torneios que disputa na IBJJF, principal federação de Jiu-Jitsu, Rodrigo ainda é constantemente chamado para lutar no Fight 2 Win, um dos maiores eventos de grappling dos Estados Unidos. De olho no cinturão do evento, o brasileiro prega cautela, porém não esconde o desejo de se tornar campeão: “Sem sombra de dúvida, já estou 4-0 no evento, duas vitórias de quimono e duas sem. Creio que ainda preciso enfrentar alguns atletas que estão à minha frente na lista de espera pelo cinturão, mas se me ligarem amanhã e disserem que vou lutar, estarei pronto”, finalizou o faixa-preta, que representa a Tatami Fight Wear.

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