Em nova chance para disputar cinturão do KSW, Bruno Gafanhoto promete resultado diferente: ‘Estou na melhor fase’

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Com apenas 22 anos de idade, o brasileiro Bruno “Gafanhoto” terá a oportunidade de disputar o título peso-galo do KSW pela segunda vez. No próximo dia 23 de outubro, na cidade de Lodz, na Polônia, o paulista medirá forças com o atual detentor do cinturão da categoria, Sebastian Przybysz, pelo card da edição de número 64 do evento polonês, um dos mais importantes da Europa.

E se na primeira tentativa, em dezembro do ano passado, o resultado positivo não veio diante do então campeão Antun Racic, desta vez, o jovem lutador promete que o resultado será diferente. Recém-chegado na equipe Chute Boxe Diego Lima, o paulista citou a evolução que teve no novo time e a preparação mais condizente com a importância do compromisso para justificar sua confiança.

“Ajuda bastante já ter tido a oportunidade de disputar o cinturão. Na época, eu não estava preparado fisicamente, devido a alguns problemas que eu tive e por ter aceitado a luta em cima da hora. Mas agora, a história vai ser diferente. Estou muito bem preparado, me sentindo ótimo. Se fosse para lutar amanhã, eu já estaria pronto. Então, vai ser outra história”, afirmou Gafanhoto, que exaltou o trabalho feito na nova equipe.

“Dessa vez, o resultado vai ser diferente. Eu estou muito bem preparado. Estou na minha melhor fase, sem lesão nenhuma, o peso está baixando muito bem. E agora eu estou treinando na melhor equipe do mundo, onde só tem atleta duro, tem os melhores atletas do mundo. Eu evolui muito desde a minha chegada na Chute Boxe. Vai ser um novo Gafanhoto lá dentro”, prometeu.

O otimismo em relação à disputa do dia 23 de outubro é tão grande que Gafanhoto já projeta, inclusive, qual será o impacto da conquista em sua vida. Após sentir na pele as dificuldades que um atleta no início da carreira enfrenta para se manter no Brasil, o peso-galo aposta que o título do KSW pode mudar completamente sua vida, especialmente na questão financeira.

“Para mim, é muito importante ser campeão do KSW. É um dos maiores eventos do mundo, se não for o maior da Europa. Eu comecei muito cedo nas artes marciais, com oito anos, e estreei no MMA profissional aos 18 (anos). Aqui no Brasil, as coisas são difíceis financeiramente. Com o KSW, hoje eu posso falar que vivo apenas da luta. E esse cinturão vai mudar muito a minha vida, vai melhorar as minhas condições. A minha vida vai mudar drasticamente com essa conquista”, concluiu.

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