Filho de ex-jogador do Vasco ganha patrocínio da rede de farmácias Cumani para buscar título da Copa América de Parajiu-Jitsu

Publicidade

Robson Thuler já nasceu pronto para a luta. Aos 20 anos, o campeão brasileiro de Parajiu-Jitsu está preparado para encarar mais uma batalha. Robinho vai ao tatame no próximo dia 17 de outubro, em busca do título no Rio Challenge no Parajiu-Jitsu. O primeiro passo para atingir sua meta no ano, que é a conquista da Copa América.

“Quero fechar o ano bem, somando mais duas conquistas ao meu currículo. Dentro do esporte, meu objetivo máximo é ser campeão mundial, nunca escondi de ninguém”, disse o guerreiro.

A história de Robinho ficou muito conhecida no Rio de Janeiro em 2007, aos 6 anos, quando seu pai, o ex-jogador Abedi, comemorou gol pelo Vasco homenageando o filho. O menino, que ficara sem os movimentos dos membros inferiores aos 3 anos, batia bola com o pai usando as mãos. Robinho foi submetido a uma biópsia que o diagnosticou com linfoma de Burkitt leucemizado, um tipo de câncer do sistema linfático, e acabou sem mexer as pernas após o procedimento. No entanto, nunca perdeu sua vocação esportiva.  Agora, às vésperas das competições importantes, ele ganhou um alívio na preparação em busca dos títulos e do sonhado campeonato mundial. Um patrocínio da rede de farmácias Cumani pode levá-lo a outro patamar no esporte.

“Acredito que a dificuldade de todo atleta, sem dúvida, é o patrocínio. Graças a Deus, tenho dois. Um é da escolinha do Abedi. O outro é da farmácia Cumani, que é uma rede gigantesca, que vem crescendo a cada dia. Ter essa turma ao meu lado é muito gratificante. O Joel (CEO da Cumani), além de grande amigo, agora é parceiro e vem me ajudando não apenas na questão financeira, mas abraçou minha causa de um jeito impressionante, e isso me motivou bastante. Me deu um gás ainda maior para ir em busca dos meus objetivos”, afirma Robinho.

Muito ligado ao esporte, o ex-jogador Joel Cumani, hoje CEO da Rede Cumani, abraçou a ideia do patrocínio e já planeja aumentar o incentivo a projetos esportivos e sociais.
 
“Carrego um legado muito forte e procuro passar isso para os meus filhos, assim como meu avô e meus pais me passaram. A Cumani é uma família. Sempre amei muito o esporte, onde você ganha, perde, se machuca, tira lições e leva para vida. Enfrentamos a cada dia novos obstáculos e procuramos superá-los da melhor forma. Quando o assunto é inclusão social, isso mexe muito comigo. Decidir apoiar o Robinho foi muito simples, porque se trata de um rapaz vencedor, um exemplo para todos nós. É inspirador olhar para ele e ver tanta garra, vontade e disposição. E esse é só nosso primeiro passo no incentivo ao esporte e a causas sociais”, destaca Joel.

Grato pelo apoio, Robinho lembra como é difícil a vida de atletas no Brasil: “Minha história no Jiu-Jitsu começou até engraçada. Sempre amei o MMA e a luta em pé, sempre curti assistir ao Anderson Silva e ao José Aldo lutando. Eu não gostava muito quando a luta ia para o chão, mas aí minha mãe viu que a luta no chão poderia ser benéfica para mim. Comecei a treinar direto e os primeiros treinos foram tranquilos. Como eu aprendi com eles como são feitas as posições, aprendi a ajudá-los nas adaptações, porque no Jiu-Jitsu é preciso adaptar para todas as pessoas, porque as posições são distintas e cada um evolui de uma forma”, recorda Robinho.

Publicidade

Notícias relacionadas

DEIXAR UMA RESPOSTA

Por favor, poste seu comentário
Por favor, escreva seu nome aqui

This site is protected by reCAPTCHA and the Google Privacy Policy and Terms of Service apply.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Publicidade
Publicidadespot_img