Judô: campeã olímpica em Tóquio 2020 acusa técnico de agressão

Atleta de Judô da França, Margaux Pinot sofreu agressões no último fim de semana e acusou o companheiro e treinador, Alain Schmitt

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A judoca Margaux Pinot usou as redes sociais para expor um drama de violência doméstica. A campeã olímpica por equipes com a seleção de Judô da França, em Tóquio 2020, sofreu agressões no último fim de semana e acusou o companheiro e treinador, Alain Schmitt. A francesa, que foi socorrida pelos vizinhos, mostrou indignação com a decisão da justiça da França de libertar o ex-judoca durante a terça-feira (30). Ela publicou a foto do rosto machucado.

“Durante a noite de sábado para domingo, fui vítima de uma agressão em minha casa pelo meu parceiro e treinador. Fui insultada, levei um soco, minha cabeça bateu no chão várias vezes. E finalmente fui estrangulada. Achei que estava morta, mas consegui fugir para me refugiar com meus vizinhos que imediatamente chamaram a polícia. Tenho vários ferimentos, incluindo um nariz quebrado e dez dias de interrupção temporária do trabalho”, disse Pinot, que seguiu:

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“Hoje (terça-feira, 30) os tribunais decidiram libertá-lo. Qual é a sua defesa caluniosa contra minhas feridas e o sangue espalhado no chão do meu apartamento? O que estava faltando? Morte no final, talvez? Provavelmente foi o judô que me salvou. E meus pensamentos também estão com aqueles que não podem dizer o mesmo”, concluiu a lutadora, de 27 anos.

Schmitt, que foi preso ainda na madrugada de sábado (27) após os vizinhos socorrerem Pinot, está em liberdade e negou as agressões, afirmando que estava bêbado durante o encontro.

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