Matheus Serafim revela projeto que viabiliza a entrada do Jiu-Jitsu nas escolas de São Paulo; veja

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Por Mateus Machado

Ex-lutador de MMA e oriundo do Jiu-Jitsu, Matheus Serafim segue diretamente envolvido com o mundo das lutas. Prova disso foi o fato de, recentemente, assumir a coordenação da parte de lutas da Secretaria de Esportes de São Paulo. Com metas ousadas em seu novo desafio, o paulista – que já trabalha na parte social – vem desenvolvendo um novo projeto que pretende viabilizar a entrada do Jiu-Jitsu nas escolas dos municípios de São Paulo.

Entitulado de “Jiu-Jitsu nas Escolas”, o projeto já é aplicado de forma bem-sucedida nos Emirados Árabes Unidos, através de professores de Jiu-Jitsu brasileiros que foram chamados pelas autoridades locais para morar e desenvolver a arte suave no país. Agora, a intenção é trazer a ideia de volta para o Brasil, considerado berço do esporte no mundo.

“Fui chamado pelo Secretário de Esportes para estar ao lado dele trabalhando e coordenando toda a parte de lutas na Secretaria de Esportes. Então, hoje eu sou o coordenador geral de lutas em São Paulo, em todos os sentidos… Eventos, projetos sociais, tudo que esteja envolvendo o município de São Paulo na questão de lutas. Meu objetivo é alavancar os esportes de luta, eu quero dar uma ênfase, ajudar, promover e mostrar que a luta realmente transforma vidas, traz disciplina e uma série de benefícios. Meu papel na Secretaria é engrandecer o esporte e as lutas, que nunca tiveram alguém responsável para poder fazer esse trabalho. É uma inovação e um trabalho muito importante a ser feito”, disse Matheus, que falou de forma mais específica sobre o projeto do Jiu-Jitsu nas escolas.

“O meu projeto está nascendo após eu morar em Dubai por seis meses e acompanhar o projeto deles. Eu, como tenho origem no Jiu-Jitsu, acho necessário esse projeto aqui no Brasil, nas escolas. Trazendo disciplina, respeito, acabando com a violência contra os professores. Acredito que o Jiu-Jitsu nas escolas tem grande benefício educacional para as pessoas, acho que vai ter uma grande mudança na educação do Brasil se tiver o Jiu-Jitsu como matéria obrigatória”, analisou o faixa-preta, que ainda declarou que o projeto está bem encaminhado na cidade de São Paulo, já tendo até data para entrar em ação.

“Tive uma reunião com o secretário e já começamos a andar com o projeto, então isso não é só um sonho, isso já está virando uma realidade, e tem grande expectativa desse projeto já começar em janeiro. Começamos a montar todo o projeto e em janeiro começamos a implementar o Jiu-Jitsu nas escolas. Então, nós vamos dar emprego para os professores de Jiu-Jitsu, que hoje precisam sair do Brasil. Vamos tentar segurar eles aqui, dar um bom salário, além de boas condições para que continuem aqui. São Paulo vai ser uma referência para que outros estados, futuramente, também possam realizar esse projeto”, concluiu.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns pelo investimento! Porém os custos de um projeto desse tamanho podem inibir a repercussão. Matéria opcional seria um bom caminho. As escolas estaduais tem uma remuneração muito fraca em São Paulo. Creio que é possível – mas as empresas precisam cooperar : kimonos com preços de passagem para os EUA. Placas de EVA com preços de uma moto. É necessário uma cooperação coletiva.

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