Presidente da CBBoxe, Marcos Brito destaca participação da renovada seleção brasileira no Mundial: ‘Potencial enorme para desenvolver’

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O Brasil fechou o Mundial de Boxe Amador masculino, encerrado no último dia 4, em Belgrado, Sérvia, com três disputas de medalhas e um pódio, conquistado pelo baiano Keno Marley, 21 anos, vice-campeão na categoria até 86kg. Para o presidente da Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe), Marcos Brito, o resultado foi satisfatório, tendo em vista que a delegação foi composta, em sua maior parte, por atletas novatos.

“A gente foi para o Mundial com uma equipe renovada, com meninos que acabaram de subir para o juvenil, e mesmo assim, trouxemos a medalha de prata, com o Keno, além do Wanderson ‘Shuga’ e do Michel Douglas terem chegado às quartas. Enfim, a equipe se saiu muito bem. São todos jovens, a maioria com dois ciclos olímpicos a percorrer e um potencial enorme para desenvolver”, projetou o dirigente.

Por pouco, Keno Marley não subiu ao lugar mais alto do pódio. Depois de superar três oponentes por unanimidade (5 a 0), o brasileiro viu a medalha de ouro escapar por decisão dividida dos árbitros (3 a 2) na final contra o cubano naturalizado azeris Loren Alfonso. Foi a medalha mais importante do baiano de Sapeaçu, que foi ouro nos Jogos Pan-Americanos da Juventude, em 2018, e prata no Pan-Americano de Lima, em 2019.

“A medalha do Keno estava entre as nossas expectativas. Foi uma luta super justinha na final. A decisão foi no detalhe, coisa de visão subjetiva de cada juíz”, lembrou Marcos Brito, que mostrou confiança quanto à maturação dos jovens atletas. “Nossa equipe técnica conseguiu observar bem o que precisamos melhorar para chegarmos às medalhas que ficamos perto e buscar o ouro com um pouco mais de certeza”.

O presidente da CBBoxe também destacou a importância da viagem a Belgrado para fortalecer os laços entre a entidade brasileira e a AIBA (Associação Internacional de Boxe Amador) e a AMBC (Confederação Americana de Boxe). A ideia é tornar o Brasil palco de competições internacionais para, assim, facilitar o desenvolvimento de todas as esferas da modalidade no país.

“Houve a possibilidade da gente ingressar na participação política dentro da organização. Ainda é um caminho que a gente vai trilhar, mas faz parte do nosso objetivo estratégico ter uma participação maior do Brasil internacionalmente, transformar o país num ponto de realização de torneios, formar mais juízes e árbitros internacionais, pois estamos defasados nesse aspecto”, explicou o mandatário.

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