Sob a custódia da Polícia Federal em Volta Redonda, Relson Gracie alega ‘uso de maconha medicinal’

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Na madrugada do último sábado (25), o faixa-vermelha de Jiu-Jitsu Relson Gracie foi preso na Rodovia Presidente Dutra (que faz ligação entre Rio de Janeiro e São Paulo), na altura de Piraí, no Sul Fluminense, com “skunk” e derivados de maconha na sua bagagem. O ex-lutador, de 66 anos, foi encaminhado para a delegacia da PF de Volta Redonda, onde está mantido sob custódia.

Segundo informações da Ag Fight, Relson alegou que as substâncias que foram encontradas por dois cães farejadores da Polícia Rodoviária Federal são para “uso medicinal”. Ainda não se sabe qual a definição que o juiz responsável pelo caso vai abordar, como contou o assessor da Polícia Federal ao mesmo portal.

“O problema todo é como foi recepcionado pelo juiz. Porque tem uma alegação de uso próprio medicinal. Então não se sabe o que juiz vai decidir. Ele (Relson) pode, inclusive, não responder por nada se for tratamento medicinal, ou algo dessa natureza. Ele vai expedir o decreto judicial e ver o que vai fazer. Se ele determinar soltura, se vai ser convertido em prisão preventiva em presídio, se responde pelo crime, mas em liberdade… Então tem várias hipóteses”, disse o assessor a respeito do futuro do faixa-vermelha de Jiu-Jitsu.

Vale frisar que em dezembro de 2019 a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a liberação da venda em farmácias para fins medicinais. A decisão ainda é temporária e com validade de três anos.

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