Rui Alves Neto cita momento decisivo em derrota na final do GP Selection BJJBET, mas garante: ‘Continuo focado e atrás dos meus objetivos’

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* Representante do projeto Dream Art – filiado à equipe Alliance -, o jovem Rui Alves Neto foi um dos grandes destaques do GP Selection BJJBET, realizado no final de fevereiro, em São Paulo, e que reuniu alguns dos melhores faixas coloridas de Jiu-Jitsu do país. O lutador, recém-graduado faixa-marrom, derrotou Robson Nobrake (Alliance), Gabriel Cardoso (Six Blades) e Deyveson (Rillion Gracie) para chegar à decisão do torneio, quando acabou superado nos pontos pelo campeão Caio Vinicius “BB”, pupilo do craque Felipe Preguiça.

Porém, engana-se quem pensa que Rui saiu do GP decepcionado. Em entrevista à TATAME, o lutador ressaltou que deu 100% de si na competição, citou o erro que, na sua opinião, fez a diferença na última luta e projetou retornar em breve aos tatames do BJJBET, uma das principais organizações de lutas casadas da arte suave.

“Me preparei muito bem para esse evento, em todas as partes, e acho que tive uma boa performance (apesar do vice). Sai com a consciência tranquila de que me doei 100%. Acreditou que o ponto decisivo daquela luta (final) foi a chamada que eu errei e o Caio ganhou dois pontos. A partir dali, tive que me expor para correr atrás. Mas vitórias e derrotas fazem parte da carreira de todo atleta, continuo focado e atrás dos meus objetivos”, disse o jovem, que acredita ter deixado uma boa impressão na organização do evento.

“O perfil do BJJBET no Instagram comentou em uma foto minha que as portas estão abertas, então provavelmente vocês ainda vão me ver nos tatames do BJJBET, o que é uma honra pra mim. Essa valorização que eles deram aos faixas coloridas é realmente algo nunca antes visto, que chegou para mudar o cenário do Jiu-Jitsu. Ainda faltam mais oportunidades para as faixas de base, mas isso tem melhorado aos poucos”.

 

Durante o GP Selection, Rui Alves ainda era faixa-roxa. Entretanto, isso mudou no fim de março, quando ele foi graduado à marrom pelas mãos dos seus professores – e responsáveis pelo Dream Art -, Isaque Bahiense e Gabriel Figueiró. Agora, ele quer dar sequência ao trabalho que vem realizando nos últimos anos.

“Meu foco continua o mesmo, dominar a minha categoria, assim como fiz nas faixas anteriores. Quero ser campeão de tudo e, degrau por degrau, vou conquistando meu espaço na arte suave. Muitas pessoas me ajudaram a chegar até aqui, porém meus pais e o pessoal do Dream Art estiveram comigo na pior fase da minha carreira, serão sempre lembrados. Além do meu filho, é claro, que é tudo pra mim. Vou curtir o processo (na faixa-marrom) e, passo a passo, chego na preta, que é o meu grande objetivo”, encerrou.

* Por Diogo Santarém

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