Paratleta fala sobre o Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Paradesportivo e garante: ‘É um divisor de águas’

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Neste domingo (8), na Arena da Juventude, em Deodoro, no Rio, acontece a segunda edição do Brasileiro de Jiu-Jitsu Paradesportivo – que terá a organização da Federação Catarinense de Jiu-Jitsu Paradesportivo (FCJJP). Além de importantes superlutas com paratletas e estrelas da arte suave, o campeonato será aberto a diversas categorias – organizadas por classificação funcional e critérios bem definidos pela direção.

Um dos protagonistas do evento, o paratleta Gustavo Riscado, que perdeu os movimentos nos membros inferiores após ser baleado quando interrompeu um ato de assédio sexual, vai enfrentar o faixa-preta Mica Galvão em uma superluta. À TATAME, o casca-grossa comentou sobre a expectativa para o torneio.

“O campeonato Brasileiro é para criar divisores. É para mostrar as empresas que qualifiquem e invistam nos eventos, porque somos gente, apesar de sermos 5% da população brasileira, mas ainda sim somos gente. O paraatleta tem um grande potencial. Estou vendo o evento com uma seriedade enorme, tanto de arbitragem, organização, acomodação para os paratleas. Esse campeonato é o divisor de águas, de verdade”, comentou.

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