Treinador de Jiu-Jitsu, brasileiro Rafael ‘Barata’ Freitas tem processo de estupro arquivado nos Estados Unidos por falta de provas; saiba mais

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Treinador de Jiu-Jitsu e responsável por afiar o jogo de nomes como Holly Holm e Michelle Waterson, ambas atletas do UFC, Rafael “Barata” Freitas recebeu, na última sexta-feira (10), a notícia de que os promotores retiraram as acusações de estupro feitas por uma de suas alunas, em dezembro do ano passado, em Albuquerque, nos Estados Unidos. A informação foi veiculada inicialmente pelo site do “ABQjournal.com”.

De acordo com as investigações, não existem provas concretas ou até mesmo fatos suficientes que possam incriminar o faixa-preta da arte suave. Além disso, o advogado de Rafael alegou que o encontro do professor com a aluna ocorreu de maneira consensual, citando ainda que a gravação de uma câmera de vigilância, entregue pela mulher à polícia, não identifica os crimes pelos quais o brasileiro foi acusado. Vale ressaltar que o treinador respondeu o processo em liberdade por conta da sua ficha criminal limpa – onde são citadas apenas duas multas por violações das leis de trânsito, em 2008 e 2012, respectivamente. Além disso, o fato de Barata ter residência em Albuquerque, no Novo México (EUA), diminui a possibilidade de uma fuga.

Rafael, que chegou a ser preso por conta do caso, teve o apelo de responder em liberdade concedido pelo juiz americano Charles Brown, que ainda em dezembro, ressaltou a ausência de antecedentes que incriminassem o professor, que agora sabe que, tanto o processo quanto as acusações estão arquivadas.

Natural de Brasília, o atleta é faixa-preta de Carlos Gracie Jr. Representante da Graice Barra, ele tem como principais conquistas no Jiu-Jitsu um Pan e um Mundial No-Gi. Barata ficou conhecido por criar a finalização “baratoplata”, uma chave de ombro, além de treinar os astros da renomada equipe Jackson-Wink MMA.

Relembre

Rafael Barata, de 37 anos, foi preso nos Estados Unidos após ser acusado de drogar e estuprar uma mulher, que era uma de suas alunas, em situação que ocorreu no dia 7 de novembro de 2020 e foi denunciada cerca de dez dias depois. A queixa foi registrada na Corte Metropolitana do Condado de Bernalillo e, segundo a denúncia, a mulher – que era aluna de Barata há anos -, capturou o registro do crime através de uma câmera de segurança instalada em sua sala de estar. O policial ouvido pela reportagem do Albuquerque Journal deu mais detalhes sobre o ocorrido, segundo a versão relatada no caso (veja nos links abaixo).

 

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