Bruno Bastos relembra passado, celebra sucesso e projeta: ‘Quero minha academia no Top 10’; veja

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Professor e competidor de alto nível, Bruno Bastos agora divide seu tempo com mais uma obrigação. O faixa-preta da Lead BJJ é gestor da sua própria academia em Midland, no Texas (EUA). Bruno agora é quem toma conta das finanças, gerencia as partes burocráticas e ainda comanda as aulas, junto com sua esposa Petya. A meta é inaugurar a academia no fim do mês de outubro.

Engana-se quem pensa que o carioca atingiu o sucesso rápido. Antes de pisar em solo americano pela primeira vez, Bruno teve três vezes o visto negado pelo consulado americano. O processo foi doloroso, mas ele sempre encarou as adversidades com muita naturalidade, pois o Jiu-Jitsu sempre foi sua única porta de saída para um futuro melhor. Bruno nasceu e cresceu na Vila Valqueire, no Rio de Janeiro, e no início não tinha oportunidades tão claras, o esporte foi seu melhor amigo.

“Criei minhas oportunidades com muito trabalho e dedicação. Mesmo quando tive meu visto americano negado três vezes, eu sabia que minha hora chegaria e eu continuei trabalhando. Até que minha chance apareceu. Num Mundial, onde fiz umas das minhas melhores participações, tive uma proposta para ficar e partir desse momento fiz a minha história mudar. Hoje estou aqui, com minha família, minha academia e minha história continua sendo escrita. Ninguém lembra do cara que desistiu, todo mundo lembra de quem superou adversidades”, frisa Bruno.

Das medalhas e o sucesso pessoal, Bruno repete o mesmo feito com seus alunos e, em sua visão, ele comanda a melhor escola de Jiu-Jitsu nos Texas. Com a academia quase no Top 10 da International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF), Bruno revela o segredo para produzir tantos alunos bons de Jiu-Jitsu.

“Acredito que o segredo seja primeiro amar o Jiu-Jitsu em todos os sentidos. Sou professor, mentor, competidor e empresário. Tem que saber delegar funções, pois não tem como fazer tudo sozinho e saber ouvir também, pois você não terá raso sempre, você tem que estar preparado ser ajudado. Liderar não significa mandar, mas gerenciar pessoas e egos. Leio livros de treinadores de outros esportes, pois quero saber como lidam com seus atletas e como comandam suas Equipes. Presto atenção em treinadores de Jiu-Jitsu em campeonatos. Eu sempre trago bastante gente para seminários na minha academia, o que é benéfico para os meus alunos, essa exposição em sistemas diferentes. Na parte de negócios, estou aprendendo muito com o Lloyd Irving e Fabio Gurgel”, revela Bruno.

Recentemente, há um mês para ser mais exato, Bruno teve, talvez, a melhor experiência pessoal dentro do Jiu-Jitsu. Ele viu seu filho, João, competir e ter suas primeiras emoções como atleta da modalidade.

“Ele pede para competir, pois quer ganhar medalhas. Eu digo pra ele, que ele tem que conquistar as medalhas e nada vai ser dado. Durante as aulas, trato ele como os outros alunos, mas obviamente, o sentimento é diferente. Em competições tem sido ‘tranquilo’. Fico nervoso, pois como pai, tenho medo que ele se machuque. Ele é um menino super inteligente e maduro para a idade dele, me escuta super bem. Tenho muito orgulho dele e no final das contas, ser pai dele é muito mais importante do que ser o coach dele”, encerrou.

Veja como funciona a posição preferida de Bruno Bastos no Jiu-Jitsu:

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