Campeã pela primeira vez ao lado do irmão, ‘Baby’ Vieira celebra e projeta fim de ano especial no Mundial No-Gi

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Por Diogo Santarém

Campeã mundial pela segunda vez na faixa-preta e vencedora do GP feminino do Black Belt CBD – com US$ 30 mil de premiação -, Ana Carolina Vieira teve um ano dourado. Porém, antes de projetar 2019, a irmã do casca-grossa Rodolfo Vieira ainda tem planos para a atual temporada, como o Mundial No-Gi da IBJJF, entre os dias 14 e 16 de dezembro.

À TATAME, a lutadora revelou que o campeonato sem quimono, que será realizado na Califórnia (EUA), vai marcar sua despedida dos tatames este ano, e citou uma meta especial: ser campeã ao lado de sua companheira, a também faixa-preta Luanna Alzuguir.

“Esse ano eu só vou lutar mais o Mundial No-Gi. Vai ser minha primeira vez e estou muito feliz de estar lutando, quero muito esse título, os treinos estão fortes e estou me sentindo bem. Também vai ser especial lutar com a Luanna (Alzuguir), sempre falávamos de um dia lutar juntas. Lutamos o Mundial, não atingimos nosso objetivo que era sermos campeãs juntas, mas agora estamos treinando bastante e acredito que vamos conseguir!”, contou.

“Ano que vem vou lutar o Pan (da IBJJF), que sempre foi um evento que quis participar, mas por motivo de grana na época eu sempre optava por lutar o Mundial. Então, estou animada desde já para a próxima temporada, sem dúvidas”, afirmou a jovem lutadora.

Ana Carolina ainda comentou sobre a conquista do Black Belt CBD ao lado do seu irmão, Rodolfo, logo na primeira vez em que ambos lutaram como faixas-preta juntos, e falou a respeito de uma possível migração para o MMA, deixando essa decisão para o futuro.

“Uma coisa que me deixou muito feliz foi lutar de faixa-preta pela primeira vez ao lado do meu irmão. Sempre sonhei com isso e ainda conseguimos ser campeões, então não tinha como ser melhor”, comemorou a faixa-preta da GFTeam, antes de encerrar sobre o MMA.

“Migrar para o MMA é algo que eu penso, mas não está nos meus planos agora. Estou com muitos projetos no Jiu-Jitsu, vamos um passo de cada vez. Preciso ver como vou me sentir daqui algum tempo. Posso migar ou talvez fique no Jiu Jitsu. O coração que vai decidir”.

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