Desfalcada após caso de Covid-19 na delegação, seleção brasileira de Judô termina Grand Slam de Antalya sem conseguir nenhum pódio

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O peso-pesado David Moura (+100kg) fechou a participação do Judô brasileiro no Grand Slam de Antalya, na Turquia – a penúltima etapa do circuito mundial na corrida olímpica rumo aos Jogos de Tóquio neste ano. A competição foi disputada no último fim de semana. Atual número 10 do mundo no ranking dos pesados, o lutador entrou no torneio como um dos cabeças de chave da sua categoria, porém não foi muito adiante.

Seu primeiro confronto foi com o uzbeque Alisher Yusupov, que conseguiu dois waza-ari (ippon) para tirar o brasileiro da disputa ainda nas oitavas de final. Além de Moura, o Brasil ainda teve Willian Lima (66kg), Daniel Cargnin (66kg) e Eric Takabatake (60kg), que lutaram no primeiro dia do Grand Slam e também não chegaram ao pódio. O melhor desempenho foi anotado pelo peso-ligeiro Takabatake, que ficou em 7º lugar.

Em quatro etapas de Grand Slam disputadas em 2021, a seleção brasileira subiu ao pódio seis vezes. Ao todo foram três medalhas de bronze, duas de pratas e uma de ouro conquistadas pela equipe no circuito mundial.

Vale destacar que o Brasil teve um número baixo de representantes no Grand Slam do último fim de semana pelo fato de o meio-médio Eduardo Yudy Santos ter testado positivo para Covid-19 na entrada da bolha sanitária em solo turco na última semana. Pelo protocolo local, todos os 15 atletas da seleção que tiveram contato com Yudy precisaram ser isolados – mesmo com testes negativos. Os lutadores estão bem e sendo monitorados diariamente pelos profissionais da equipe multidisciplinar da Confederação Brasileira de Judô.

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