Confirmado no Campeonato Brasileiro, Bombom relembra luta com Aly e avisa: ‘Ainda tenho muitos objetivos’

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* No último mês de julho, o faixa-preta Pedro Alex, mais conhecido como “Bombom” no meio do Jiu-Jitsu, teve um dos principais desafios da sua carreira até agora. Ele enfrentou Mahamed Aly – campeão mundial com e sem quimono – em superluta No-Gi pelo Big Deal Pro 3, e apesar da derrota na decisão dos árbitros, comemorou a oportunidade em um grande evento.

“Foi uma luta bem movimentada do início ao fim, e apesar de eu não ter ficado satisfeito por querer a vitória, saí feliz por ter entregado o meu melhor em cada momento do combate. Talvez se eu explorasse uma estratégia diferente na reta final (conseguisse vencer), mas fiz o meu melhor naquele momento. Só não foi o meu dia”, relembrou Bombom em entrevista à TATAME, que ainda seguiu analisando o duelo – eleito um dos melhores do evento – contra Mahamed Aly.

“Mais do que a vitória em si, eu queria entregar uma boa luta para o público que acompanhou o evento. E graças ao nosso empenho, meu e do Aly, conseguimos isso, saindo ainda com o título de ‘Luta da Noite’. Foi gratificante demais”, disse o lutador, graduado faixa-preta em 2020.

Desde então, Pedro aproveitou o tempo para tratar algumas lesões e disputou o Sul Americano de Jiu-Jitsu da CBJJ, em agosto, onde ficou com a prata na divisão dos pesadíssimos após fechar a categoria com Wallace Costa – seu companheiro de equipe na GFTeam e amigo pessoal. Já no próximo fim de semana (2 e 3 de outubro), será a vez de Bombom entrar em ação no Campeonato Brasileiro, que este ano ocorre na Arena da Juventude, em Deodoro, Rio de Janeiro.

“Ainda tenho muitos objetivos dentro do Jiu-Jitsu, e vou manter a mesma linha de raciocínio que tinha quando era faixa colorida: ganhando ou perdendo, com ou sem holofote, continuarei trabalhando em busca da realização desses objetivos. Sou grato por tudo o que vem acontecendo na minha carreira, é algo que trabalho há muito tempo com o Wallace e o Gabriel, minha dupla de ‘força e grosseria’ e meu professor, respectivamente, e ver que o nosso empenho está sendo reconhecido dá uma sensação boa demais. É só o início de uma fase de boas mudanças e grandes oportunidades na minha carreira”, encerrou o casca-grossa de 25 anos.

* Por Diogo Santarém

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